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Boa parte do traballo do IGADI plásmase en numerosos artigos e colaboracións en prensa e revistas especializadas.

Para unha mellor clasificación e localización dos actuais 2032 artigos que integran a sección de Análise e Opinión, temos dividido estes nos seguintes apartados temático/xeográficos:

20/06/2018
20/06/2018

Não cabe dúvida que importantes acontecimentos, com especial destaque para os ataques atribuídos ao terrorismo jihadista nos EUA e na Europa, têm colocado o medo e a insegurança na agenda política da totalidade dos países ocidentais, bem como no centro das notícias dos principais meios de comunicação (Jackson et al., 2011). Igualmente, resulta já uma questão pacífica considerar que tal estado de alarma estaria pondo em causa o normal funcionamento das instituições e das práticas democráticas de boa parte desses Estados. Para os diferentes autores, aquilo que vivemos é um processo de tensão entre a defesa da normalidade e as garantias democráticas construídas desde a II Guerra Mundial, virando face condutas estatais certamente autoritárias sobre as próprias populações (Agamben, 2004; Paye, 2008; Lopez-Petit, 2003). Para compreender este processo, que longe de ser um caso isolado, se trata de um contexto global generalizado, devemos pegar no conceito de “securitização”.

31/05/2016
31/05/2016
IGADI

Unha análise de Yuri Fraccaroli, titulado en Dirección e Xestión Pública (Uvigo) e bacharel en Políticas Públicas (USP).

No curso do processo de impeachment vivenciado por Dilma Rousseff, um dos principais temas que tendiam a aparecer recorrentemente nos discursos de análise política e nos diversos debates públicos era o questionamento sobre qual seria a influência de elementos machistas e misóginos na crise política por ela vivenciada, sobretudo, em relação à sua capacidade de governabilidade e a progressiva perda de apoio popular.

26/03/2016
26/03/2016
IGADI

Unha reflexión de Ricardo Antunes, Professor Titular de Sociologia na UNIVERSIDADE DE CAMPINAS (UNICAMP/BRASIL)

Os governos do PT (Lula e Dilma) foram forte exemplo de representação dos interesses das classes dominantes, articulado a um projeto de melhoras pontuais, como o Bolsa-Família, para os assalariados e setores mais pobres. Enquanto o cenário econômico foi favorável, o pais parecia caminhar bem, mas com o agravamento da crise econômica, social e política, seu futuro é imprevisível. Já nas eleições de outubro de 2014 era possível perceber uma redução em seu apoio junto às frações burguesas, uma vez que o quadro recessivo antecipava a necessidade de mudanças profundas em sua política econômica para ajustar-se ao novo cenário.

22/12/2014
21/12/2014
OPCh

No dia 20 cumpriram quinze anos da devolução de Macau á República Popular da China. Neste tempo transcorrido Macau foi apresentado como um modelo da realização do principio de “Um pais, dois sistemas”, melhorando o seu nível de vida em virtude do auge da indústria do jogo e uma adequada inserção na economia chinesa e regional.

  1. Qual a valoração geral destes três lustros de autonomia macaense?

 

  1. Á vista do acontecido recentemente em Hong Kong, acha diferenças substanciais no que atinge ao compromisso com o desenvolvimento democrático?

 

  1. Quais desafios destacam para o futuro de Macau?

 

Colaboran neste Especial do OPCh: Carmen Amado Mendes, Doutora (Ph.D.) pela School of Oriental and African Studies (SOAS), Universidade de Londres (2004). Professora Auxiliar da Licenciatura e do Mestrado em Relações Internacionais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; e Anabela Rodrigues Santiago, Mestre em Estudos Chineses, especialização em Economia e Negócios da China, pela Universidade de Aveiro. Licenciada em Linguas e Relações Empresariais pela Universidade de Aveiro.

04/06/2014
04/06/2014
OPCh

Especial del OPCh con Jorge Malena (Argentina) y Jorge Tavares da Silva (Portugal)

Se cumple este año el primer cuarto de siglo de la tragedia de Tiananmen. Muchas cosas han ocurrido en China desde entonces y se podría decir que mucho ha cambiado China también, al menos en ciertas percepciones. No obstante, el dictamen oficial se mantiene inalterable: una sedición contrarrevolucionaria cuyo triunfo habría conducido el país al caos echando por tierra el largo y difícil camino del renacimiento.

15/01/2014
15/01/2014
OPCh

Manel Ollé, Professor en història i cultura de la Xina contemporània, Universitat Pompeu Fabra; Julio A. Díaz Vázquez, Profesor del Centro de Investigaciones de la Economía Internacional, Universidad de La Habana, Cuba; Diana Andrea Gómez, Politóloga internacionalista experta en China, Directora Cátedra China, Universidad Nacional de Colombia; Eugenio Bregolat, ex embajador de España en China; Jorge Tavares da Silva, Presidente do Observatório de Comércio e Relações Internacionais e cordenador do Departamento de Gestão e Relações Internacionais do Instituto Superior de Ciências de Informação e Administração (ISCIA) (Portugal).

19/08/2013
19/08/2013

Quando visitei a Feira do Livro de Vigo este verão, numa brevíssima estadia na pátria (pois vivo na emigração), conversei com certo amigo livreiro, mormente sobre a precária situação da sua profissão. Não vira na sua livraria nenhuma publicação galega que fosse realmente novidade para mim, mas também queria fazer-lhe alguma despesa, como acostumo nestas ocasiões, e, quando já me dispunha a ir-me embora, reparei no volume “Amada liberdade” (Eds. Xerais, Vigo, 2013), as memórias do meu saudoso amigo e colega Fernando Pérez-Barreiro.

http://www.igadi.org/web/igadi/as-persoas/obituarios/o-perdurable-legado-de-fernando-perez-barreiro#carlosduran

Tempo exterior: Revista de análise e estudos internacionais