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Boa parte do traballo do IGADI plásmase en numerosos artigos e colaboracións en prensa e revistas especializadas.

Para unha mellor clasificación e localización dos actuais 2077 artigos que integran a sección de Análise e Opinión, temos dividido estes nos seguintes apartados temático/xeográficos:

15/11/2018
15/11/2018

Cabo Verde precisa sim de um estado máis efectivo e voltado para o desenvolvimento. Um bom começo, trilhado anteriormente, foi a boa decisão de descentralização administrativa, tomada, nos anos noventa que começou sob a forma, de criação, instalação e praticamente consolidação dos hoje vinte e dois municípios cabo-verdianos, existentes e dispersos nas nove ilhas povoadas, que trouxeram benefícios de ordem social, económico, cultural, colocando este pequeno pais insular em posição de arranque para o desenvolvimento. Não há duvida que o salto, etapa e processo qualitativo fundamental, essencial e caso especifico ainda a tomar, neste arquipélago, ou a peça do puzzle que faltava, que não era outra senão a bem vinda e oportuna vontade politica e bom trabalho “por uma das raras vezes”, dos deputados nacionais, de boa visão politica, que não hesitaram, votando “sim” ao projecto da “REGIONALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA” de Cabo Verde.

25/10/2018
25/10/2018

Com a colaboraçao de Vinicius Fernandes, mestrando do programa de pós-graduação em Mudança Social e Participação Política (EACH/USP)

Primeiramente, é preciso reconhecer que o anseio por uma nova política se traduziu em certo sentido nos resultados eleitorais. Longe da pretensão de analisar até que ponto são novos esses atores, partidos e práticas políticas que passam a ser protagonistas do cenário político, há que se reconhecer alguns fatos como a renovação recorde nas cadeiras do Senado (86%), o rechaço de candidaturas de filhos e parentes de grandes figuras políticas, assim como o fracasso eleitoral de fortes lideranças nacionais e regionais como Eunício Oliveira, Romero Jucá, Lindberg Farias, Roberto Requião, Dilma Rousseff, Eduardo Suplicy, entre outros.

24/10/2018
24/10/2018

Com a colaboraçao de Vinicius Fernandes, mestrando do programa de pós-graduação em Mudança Social e Participação Política (EACH/USP)

Finalizado o horário oficial permitido para votação, começamos a acompanhar as chamadas pesquisas boca-de-urna e a apuração dos cargos estaduais. Nessas pesquisas, já era possível identificar um aumento dos votos no candidato Ciro Gomes, entretanto, o que chamava mais atenção era uma onda pró-Bolsonaro de última hora. Cabe mencionar que um vídeo ​fake circulou no país, o qual mostrava uma urna onde ao se pressionar o número 1, automaticamente aparecia a figura do presidente Haddad, de número 13, sendo o número de Bolsonaro 17. 

23/10/2018
23/10/2018

Com a colaboraçao de Vinicius Fernandes, mestrando do programa de pós-graduação em Mudança Social e Participação Política (EACH/USP)

O período de pré-campanha e campanha foi marcado por um acirramento de ânimos e de disputas políticas internas e externas. Nesse sentido, foram inúmeras as especulações e negociações entre os chamados partidos do Centrão e as principais lideranças políticas. 

22/10/2018
22/10/2018

Com a colaboraçao de Vinicius Fernandes, mestrando do programa de pós-graduação em Mudança Social e Participação Política (EACH/USP)

No domingo (07/10), após mais de um mês de propaganda eleitoral gratuita e obrigatória na rádio e na televisão, foram realizadas as eleições estaduais e federais na República Federativa do Brasil. De caráter obrigatório, o voto depositado nas urnas eletrônicas por brasileiros e brasileiras era composto portanto pela indicação de representantes para os poderes Legislativo e Executivo em nível federal e estadual (ou distrital) na seguinte ordem: deputado federal, deputado estadual/distrital, senador 1, senador 2, governador e presidente.

16/10/2018
16/10/2018

Se a pesca per si é uma actividade económica das mais importantes para o nosso arquipélago, os actores económicos, políticos e institucionais, têm de ver mais longe, investindo na pesca profissional ao largo e no transporte marítimo inter ilhas. A necessidade de uma pequena frota para ligação entre as ilhas é mais que necessária, para reduzir assimetria entre regiões mais isoladas, facilitando e intensificando negócios, circulação de pessoas e aumentando o consumo interno, combatendo na pratica, pobreza, criando valores e melhores oportunidades de empregabilidade para a juventude cabo-verdiana.

05/10/2018
05/10/2018

O executivo cabo-verdiano deve assumir suas responsabilidades e estimular a confiança dos cidadãos nas instituições públicas… Nunca saberemos eliminar as catástrofes, mas estas independentemente das suas cargas negativas imediatas, essas tragédias, têm o dom e induzem noções que nos obrigam a ser mais organizados, aprendendo, prevendo e preparando o futuro para não cometermos, em todo caso, os mesmos erros. Uma coisa é certa no caso do naufrágio do malogrado navio “Vicente”, a opinião pública, constatou que os mecanismos de controlo e segurança eram inexistentes e vidas foram ceifadas. A intervenção do governo, atribuindo, pensão de sobrevivência às famílias das vítimas mortais, assegura, que o executivo se preocupa com as pessoas e assume suas responsabilidades.

17/09/2018
17/09/2018

As políticas para o “desenvolvimento de Cabo Verde” instaladas nestes últimos anos, com efeitos e por definição, a curto e médio prazo, não puderam demonstrar se são capazes de obter soluções consistentes para os problemas endémicos do país: o desemprego e o arranque rumo ao desenvolvimento económico.

11/09/2018
11/09/2018

A ajuda para o desenvolvimento, até à presente data, neste arquipélago, decerto ponto de vista foi sempre uma “camuflagem”, um verdadeiro investimento de médio a longo prazo por parte dos pressupostos benévolos países doadores, uma falsa generosidade à custa dos contribuintes desses países “generosos”. 
20/06/2018
20/06/2018

Não cabe dúvida que importantes acontecimentos, com especial destaque para os ataques atribuídos ao terrorismo jihadista nos EUA e na Europa, têm colocado o medo e a insegurança na agenda política da totalidade dos países ocidentais, bem como no centro das notícias dos principais meios de comunicação (Jackson et al., 2011). Igualmente, resulta já uma questão pacífica considerar que tal estado de alarma estaria pondo em causa o normal funcionamento das instituições e das práticas democráticas de boa parte desses Estados. Para os diferentes autores, aquilo que vivemos é um processo de tensão entre a defesa da normalidade e as garantias democráticas construídas desde a II Guerra Mundial, virando face condutas estatais certamente autoritárias sobre as próprias populações (Agamben, 2004; Paye, 2008; Lopez-Petit, 2003). Para compreender este processo, que longe de ser um caso isolado, se trata de um contexto global generalizado, devemos pegar no conceito de “securitização”.

31/05/2016
31/05/2016
IGADI

Unha análise de Yuri Fraccaroli, titulado en Dirección e Xestión Pública (Uvigo) e bacharel en Políticas Públicas (USP).

No curso do processo de impeachment vivenciado por Dilma Rousseff, um dos principais temas que tendiam a aparecer recorrentemente nos discursos de análise política e nos diversos debates públicos era o questionamento sobre qual seria a influência de elementos machistas e misóginos na crise política por ela vivenciada, sobretudo, em relação à sua capacidade de governabilidade e a progressiva perda de apoio popular.

26/03/2016
26/03/2016
IGADI

Unha reflexión de Ricardo Antunes, Professor Titular de Sociologia na UNIVERSIDADE DE CAMPINAS (UNICAMP/BRASIL)

Os governos do PT (Lula e Dilma) foram forte exemplo de representação dos interesses das classes dominantes, articulado a um projeto de melhoras pontuais, como o Bolsa-Família, para os assalariados e setores mais pobres. Enquanto o cenário econômico foi favorável, o pais parecia caminhar bem, mas com o agravamento da crise econômica, social e política, seu futuro é imprevisível. Já nas eleições de outubro de 2014 era possível perceber uma redução em seu apoio junto às frações burguesas, uma vez que o quadro recessivo antecipava a necessidade de mudanças profundas em sua política econômica para ajustar-se ao novo cenário.

22/12/2014
21/12/2014
OPCh

No dia 20 cumpriram quinze anos da devolução de Macau á República Popular da China. Neste tempo transcorrido Macau foi apresentado como um modelo da realização do principio de “Um pais, dois sistemas”, melhorando o seu nível de vida em virtude do auge da indústria do jogo e uma adequada inserção na economia chinesa e regional.

  1. Qual a valoração geral destes três lustros de autonomia macaense?

 

  1. Á vista do acontecido recentemente em Hong Kong, acha diferenças substanciais no que atinge ao compromisso com o desenvolvimento democrático?

 

  1. Quais desafios destacam para o futuro de Macau?

 

Colaboran neste Especial do OPCh: Carmen Amado Mendes, Doutora (Ph.D.) pela School of Oriental and African Studies (SOAS), Universidade de Londres (2004). Professora Auxiliar da Licenciatura e do Mestrado em Relações Internacionais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; e Anabela Rodrigues Santiago, Mestre em Estudos Chineses, especialização em Economia e Negócios da China, pela Universidade de Aveiro. Licenciada em Linguas e Relações Empresariais pela Universidade de Aveiro.

04/06/2014
04/06/2014
OPCh

Especial del OPCh con Jorge Malena (Argentina) y Jorge Tavares da Silva (Portugal)

Se cumple este año el primer cuarto de siglo de la tragedia de Tiananmen. Muchas cosas han ocurrido en China desde entonces y se podría decir que mucho ha cambiado China también, al menos en ciertas percepciones. No obstante, el dictamen oficial se mantiene inalterable: una sedición contrarrevolucionaria cuyo triunfo habría conducido el país al caos echando por tierra el largo y difícil camino del renacimiento.

15/01/2014
15/01/2014
OPCh

Manel Ollé, Professor en història i cultura de la Xina contemporània, Universitat Pompeu Fabra; Julio A. Díaz Vázquez, Profesor del Centro de Investigaciones de la Economía Internacional, Universidad de La Habana, Cuba; Diana Andrea Gómez, Politóloga internacionalista experta en China, Directora Cátedra China, Universidad Nacional de Colombia; Eugenio Bregolat, ex embajador de España en China; Jorge Tavares da Silva, Presidente do Observatório de Comércio e Relações Internacionais e cordenador do Departamento de Gestão e Relações Internacionais do Instituto Superior de Ciências de Informação e Administração (ISCIA) (Portugal).

Tempo exterior: Revista de análise e estudos internacionais